08 Fevereiro 2010
07 Fevereiro 2010
you mean nothing to me anymore...
Let the curtain fall on me and you
Let the lights go out and blow out the fuse
No strings attached between me and you
Amazing it seems
You mean nothing to me anymore
Acquainted as we are expected to be
When we grow up
You remind of not letting go
Disabled by fear to be on my own
Having a twin as your lover
You'll never be free
Amazing it seems
You mean nothing to me anymore
Acquainted as we are expected to be
When we grow up
When we grow up
Let the lights go out and blow out the fuse
No strings attached between me and you
Amazing it seems
You mean nothing to me anymore
Acquainted as we are expected to be
When we grow up
You remind of not letting go
Disabled by fear to be on my own
Having a twin as your lover
You'll never be free
Amazing it seems
You mean nothing to me anymore
Acquainted as we are expected to be
When we grow up
When we grow up
06 Fevereiro 2010
05 Fevereiro 2010
04 Fevereiro 2010
e nada mais....
eu quero uma casa no campo
onde eu possa compor muitos rocks rurais
e tenha somente a certeza
dos amigos do peito e nada mais
eu quero uma casa no campo
onde eu possa ficar no tamanho da paz
e tenha somente a certeza
dos limites do corpo e nada mais
eu quero carneiros e cabras pastando solenes
no meu jardim
eu quero o silêncio das línguas cansadas
eu quero a esperança de óculos
meu filho de cuca legal
eu quero plantar e colher com a mão
a pimenta e o sal
eu quero uma casa no campo
do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
onde eu possa plantar meus amigos
meus discos e livros
e nada mais
onde eu possa compor muitos rocks rurais
e tenha somente a certeza
dos amigos do peito e nada mais
eu quero uma casa no campo
onde eu possa ficar no tamanho da paz
e tenha somente a certeza
dos limites do corpo e nada mais
eu quero carneiros e cabras pastando solenes
no meu jardim
eu quero o silêncio das línguas cansadas
eu quero a esperança de óculos
meu filho de cuca legal
eu quero plantar e colher com a mão
a pimenta e o sal
eu quero uma casa no campo
do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
onde eu possa plantar meus amigos
meus discos e livros
e nada mais
03 Fevereiro 2010
arroz com feijão.
e aí que eu fico lembrando do tempo que a gente passava a tardinha toda num sol quente, com os pés queimando naquela areia cheia de pedrinhas minúsculas, junto da nossa brisa, das roupas leves e do vento que batia sem descanso na cara.
e aí que eu fico imaginando como seria se a gente tivesse continuado daquela maneira, bebericando água doce de manhã e salgada à noite, se ao menos a comida que a gente comesse hoje tivesse aquele mesmo tempero.
e aí que eu fico pensando em como a gente deixou a história passar de repente, sem mesmo piscarmos os olhos, que hoje piscam cheios de lágrimas, com saborzinho apertado no peito.
e aí que a gente vive, vive, vive e nunca esquece do cheiro, do gosto, da dor e da perda.
e aí que eu choro baixinho aqui, sozinha, quando tento decifrar o que aconteceu durante todo aquele sopro leve, jovem, feliz e inacabado.
e aí que quanto mais tarde fica, mais difícil é fazer o relógio voltar, os ponteiros são duros como a palavra de nossa mãe.
e aí que fica mais gostoso, quando a gente se vê e chora, se dando um beijinho no rosto enroscado no abraço.
e aí que eu fico imaginando como seria se a gente tivesse continuado daquela maneira, bebericando água doce de manhã e salgada à noite, se ao menos a comida que a gente comesse hoje tivesse aquele mesmo tempero.
e aí que eu fico pensando em como a gente deixou a história passar de repente, sem mesmo piscarmos os olhos, que hoje piscam cheios de lágrimas, com saborzinho apertado no peito.
e aí que a gente vive, vive, vive e nunca esquece do cheiro, do gosto, da dor e da perda.
e aí que eu choro baixinho aqui, sozinha, quando tento decifrar o que aconteceu durante todo aquele sopro leve, jovem, feliz e inacabado.
e aí que quanto mais tarde fica, mais difícil é fazer o relógio voltar, os ponteiros são duros como a palavra de nossa mãe.
e aí que fica mais gostoso, quando a gente se vê e chora, se dando um beijinho no rosto enroscado no abraço.
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